Cartografia

RAÍZES E LUTAS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA SÃO JOAQUIM

A Comunidade Quilombola São Joaquim fica localizada no município de Porto Alegre doTocantins na região sudeste do Estado do Tocantins. Na região existiu uma intensa atividademineradora entre 1700 e 1800, o que acarretou um grande deslocamento de Africanos escravizadospara trabalharem nas minas da região. Esses Africanos se libertaram e criaram um grande númerode quilombos.A Comunidade […]

A comunidade QUILOMBOLA MATÃO e seu território de direito

A Comunidade Quilombola Matão está situada nomunicípio de Conceição do Tocantins, região sudestedo Estado. A região sudeste do Tocantins possui umapopulação predominantemente negra, ondeencontramos um grande número de comunidadesquilombolas e negras.Desde 2009 o Movimento Quilombola do Tocantinsvem cobrando do Estado do Tocantins aregularização dos Territórios Quilombolas. Em 2017,o Instituto de Terras do Tocantins/ITERTINS instauraum processo

COMUNIDADE QUILOMBOLA MALHADINHA:TRADIÇÃO, CULTURA E TERRITORIALIDADE

A Comunidade Quilombola Malhadinha está situadano município de Brejinho de Nazaré, na história daconsolidação do seu território temos a mineração, acriação de gado a solta, o extrativismo e aagricultura. A comunidade construiu toda umacultura tradicional firmada em práticas religiosas,rezas, folias de Reis e do Divino e tantas outras.Todos antepassados e presentes participaram eparticipam da vida

COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO JALAPÃO

Os Territórios Quilombolas e os conflitos com as Unidades de ConservaçãoO Jalapão é uma região do Estado do Tocantins que faz limite com os Estados do Maranhão, Piauí eBahia. A região possui um ecossistema muito particular e ficou guardada por muito tempo pelas comunidades quilombolas locais, vivendo a partir de seus costumes e tradições. Foram

Comunidades Quilombolas do Município de Esperantina

O município de Esperantina fica situado no limite norte do Estado do Tocantins, noencontro dos rios Tocantins e Araguaia. O município está inserido no bioma Amazônia,na região denominada Bico do Papagaio, médio Tocantins.Na primeira metade do século XX, a região do médioTocantins era o lugar de encontro e trânsito de migrantes especialmente do Maranhão, antigo

Relatos Das Lutas e Esperanças da Comunidade Quilombola Claro, Prata e Ouro Fino

A Comunidade Quilombola Claro, Prata e Ouro Fino foi criada durante o Ciclo doOuro, entre 1700 e 1800, na antiga região do Norte de Goiás, atualmente estadodo Tocantins. Consolidaram seu território de direito cultivando suas roças detoco, criando gado na solta, fazendo suas festas tradicionais e construindo umconjunto de saberes e fazeres quilombolas altamente integrado

Kalungueiros Na Luta Pela Regularização Do Seu Território

O Território Quilombola Kalunga é formado por diversas comunidades negrasrurais, que vivem nos Vãos das Serras do Mendes, Morro Branco, Ursa, BomJardim, Areia, São Pedro, Bom Despacho, Moleque, Boa Vista, Contenda,Manquine e Mangabeira, partes da Serra Geral de Goiás. Este grande territórioestá nos municípios de Monte Alegre (GO), Cavalcante (GO), Terezinha deGoiás (GO), Arraias (TO)

A Resistência das comunidades tradicionais de Campos Lindos em Seus Territórios

O município de Campos Lindos, no Estado do Tocantins, possui um grandenúmero de comunidades tradicionais ocupando toda a área do município.Praticam o extrativismo, agricultura de base tradicional e criação de gado nasolta.Os territórios tradicionais de todas as comunidades tradicionais de CamposLindos, vem sendo invadidos por grileiros e sojicultores, com forte apoio doGoverno do Estado do

Comunidade Quilombola KAÁGADOS Tocantins

Na região sudeste do Estado do Tocantins inicia-se a exploração do ouro por voltade 1700. Chega nesse período à região um grande número de Africanos escravizadospara trabalharem na mineração. Muitos destes Africanos fogem da escravidão ecriam um grande número de quilombos na região. Em 1734 é fundada a cidade deArraias. Os quilombolas produzem e comercializam

Comunidade Quilombola Baião

A história do território quilombola Baião remonta à resistênciada matriarca Marciana Cardoso. Viúva, mãe de 6 filhos, resistiu às pressões degrileiros para garantir a permanência no território. Chegou a ir pessoalmente até ofazendeiro recomendar que se respeitasse os limites da divisa para fazer a cerca, sobpena de ela mesma cortar o arame, caso fosse esticado

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